O FMI: Arma absoluta do capital financeiro transnacional

- Alejandro Teitelbaum

As chamadas políticas de axuste son economicamente recesivas e socialmente regresivas, pois o único obxectivo real do FMI é que os debedores paguen os servizos da débeda aos acredores. Con tales políticas a espiral da débeda segue medrando

Vén aí unha crise global de débeda?

- Michael Roberts

A débeda global está nun máximo histórico porque os gobernos e as corporacións se endebedaron moito a taxas baixas co fin de estabilizar o sistema bancario e impulsar os mercados de valores e o gasto

Arxentina: Eles ou nós

- Claudio Katz

Em qualquer cenário o pacto assinado com o diabo do FMI empurra a economia argentina para o precipício. Já se antevê o círculo vicioso de ajustamentos que contraem a actividade produtiva, deterioram a receita fiscal, potenciam o défice fiscal e desembocam em novos ajustamentos. O espelho da Grécia está à vista, com eventuais elementos de estagflação

Abecedario para entender a vitoria do chavismo en Venezuela

- Katu Arkonada

O chavismo volveu gañar as eleccións en Venezuela. Son 22 de 24 eleccións celebradas en Venezuela desde o triunfo do Comandante Chávez en 1998, triunfo que inaugurou o cambio de época en América Latina.

Israel: 70 anos de brutalidade

- Greg Shupak

A violência econômica – a expropriação da riqueza palestina e a destruição da capacidade dos palestinos de se sustentarem – marcou o tratamento de Israel aos palestinos desde o início do Estado israelense. Nos anos imediatamente posteriores a 1948, Israel adotou políticas destinadas a confiscar e controlar a terra palestina

A ofensiva imperialista e o golpe de 2016 no Brasil

- Luís Eduardo Fernandes

A hegemonia norte-americana, mais do que a hegemonia de um Estado-nação sobre os demais, representa a dominação do capital em expansão globalmente. O golpe de 2016 representou essa inserção do Brasil numa fase da acumulação capitalista ainda mais espoliativa e predatória, cujo aprofundamento corresponde à manutenção, ao menos passageira, da hegemonia norte-americana

Maio 68, a não-revolução

- Manuel Augusto Araújo

Revisitar Maio 68 é também verificar que mais que uma revolução política, que nunca foi, foi uma revolução cultural que provocou grandes mudanças nas atitudes sociais.  Maio 68 mudou o mundo sem o fazer saltar dos eixos, sem o descentrar das suas rotações e translações que se mantiveram íntegras, apesar dos muitos episódios que pouco as aceleraram e muito as desaceleraram até aos tempos de regressão política, económica e social que hoje se vivem

Eis a Guerra Fria, no século 21

- Boaventura de Sousa Santos

Estamos num momento de transição entre globalizações do capitalismo. Nos intervalos das globalizações, a rivalidade entre países aspirantes ao domínio aumenta e pode redundar em guerras entre eles ou entre os aliados de cada um. A rivalidade neste momento é entre o EUA, um império em declínio, e a China, um império ascendente

Paris 1968: O reverso da utopia

- Augusto Buonicore

Apesar do caráter utópico do projeto esboçado por parte importante das lideranças estudantis e intelectuais, o Maio de 1968 não foi a realização da utopia anárquico-comunista (…) foi a expressão de uma luta de classes que atingiu um patamar bastante elevado, pondo em xeque a estabilidade do regime e em polvorosa a burguesia e seus representantes

Entrevista a Samir Amin: “A liberación nacional transformou o mundo para mellor”

- Laia Altarriba e Joan Palomès

A construción europea é unha construción neoliberal que non se pode reformar, unha construción deseñada para dar o poder íntegra, exclusivamente e totalmente á oligarquía financeira. Faría falta desconstruír a Unión Europea para poder reconstruír máis tarde outra Europa


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